Eu tenho acompanhado as novidades sobre Resident Evil: Requiem, e parece que a Capcom está adotando uma abordagem muito interessante para as batalhas de chefes. Esqueça só sair atirando – eles querem que você realmente use seu cérebro. Segundo o diretor do jogo, Koshi Nakanishi, a ideia é se afastar dos confrontos exagerados e cheios de ação e voltar às raízes da série. Pense em Resident Evil e Resident Evil 2 clássicos, onde a exploração e a resolução de quebra-cabeças eram tão importantes quanto suas habilidades de tiro.

Sempre achei que depender apenas de tiros poderia ficar um pouco repetitivo, então isso parece uma mudança bem-vinda.

A nova protagonista, Grace Ashcroft, é fundamental para essa mudança. Ao contrário do lendário Leon Kennedy, ela não é uma profissional experiente. Ela estará assustada. Portanto, ela não será uma máquina de matar zumbis desde o início.

Nakanishi mencionou que Leon é "na verdade uma combinação ruim para o terror", o que eu acho hilário. Parece que a equipe quer criar um arco de personagem mais relacionável, onde o medo e a vulnerabilidade de Grace tornam sua jornada ainda mais fascinante.

"Uma coisa que é tão atraente na série Resident Evil é que os personagens que inicialmente estão aterrorizados ficam mais fortes à medida que ganham experiência em situações extremas", disse Nakanishi. Eu adoro essa ideia! Não se trata apenas de atualizar armas; trata-se de ver Grace evoluir e se adaptar aos horrores ao seu redor.

Estou curioso para ver como eles vão equilibrar o desafio. Afinal, é importante que as lutas contra chefes permaneçam intensas e recompensadoras. Talvez vejamos algumas mecânicas criativas de resolução de quebra-cabeças combinadas com combate estratégico.

Nakanishi dirigiu Resident Evil 7: Biohazard, e ele está trazendo a mesma abordagem de ritmo para este jogo.

Resident Evil Requiem está programado para ser lançado em 27 de fevereiro do próximo ano.