PlayStation não está mais brincando em serviço depois do fiasco de Concord. Aparentemente, os chefões estão apertando as rédeas para evitar outro fracasso caro como aquele jogo de tiro live-service. Afinal, ninguém quer ver outro estúdio fechando as portas poucas semanas após o lançamento, certo?

De acordo com o CEO da PlayStation, Hermen Hulst, agora eles querem riscos inteligentes. Ele disse ao Financial Times que não quer que as equipes "joguem pelo seguro" o tempo todo, mas se forem falhar, precisam "falhar cedo e barato". Faz sentido, né? É como aquele ditado: "Falhe rápido, aprenda mais rápido." Eles implementaram mais supervisão para garantir que os projetos sejam exaustivamente testados em todas as etapas. Hulst acha que o fiasco de Concord ensinou a todos o quão crucial esse tipo de supervisão realmente é.

Pense bem: Concord supostamente custou à Sony cerca de US$ 250 milhões, apenas para ser descartado logo após o lançamento. Que dor! Por outro lado, Astro Bot vendeu como água – 1,5 milhão de cópias no primeiro mês! Esse é o tipo de sucesso que eles estão buscando. Por causa disso, Hulst insinuou que a PlayStation está pisando no freio em seus jogos live-service. Parece que os planos de live-service da Sony "não estão indo totalmente bem", como disse o diretor financeiro da Sony, Lin Tao, no início deste mês.

Em vez de perseguir o dragão do live-service, Hulst quer transformar os IPs existentes da Sony em grandes franquias. Ele quer transformar cada novo conceito em uma franquia icônica do PlayStation que vá além dos jogos. Isso significa que eles estão se concentrando em criar jogos com poder de permanência, como Astro Bot. Eu tenho que dizer, eu estou totalmente a favor. Me deem mais jogos que eu ainda estarei jogando daqui a anos!